e acumulam o peito
Gente, que coisa boa!em pleno sábado, acordar e ter como companhia, essa delícia. Também eu sou de Minas. Ainda bem pequena, vim, com meus pais e uma penca de irmãos, comendo chão até encontrar o Espírito Santo, hoje, minha terra do coração.Beijo
Mas é tão bom te ler de novo!E a fome é como as Geraes, são tantas...Beijo!
A alma de Minas pulsa em teus versos. Com aprovação no olhar, queixo apoiado na mão direita, Drummond te observa, ao lado de um pensativo Rosa, que enrola um cigarro de palha. Ao fundo, Milton canta.Beijo, mineira.
eu me lambuzo também em consternação espectral,beijo
Também já fiz o caminho inverso,comendo chãoem direção a Minas.E depois, cabisbaixo,comi o chão deixando as Geraispara trás... E a foiceque veio comigodilacerava meu coração.
Gente, que coisa boa!
ResponderExcluirem pleno sábado, acordar e ter como companhia, essa delícia. Também eu sou de Minas.
Ainda bem pequena, vim, com meus pais e uma penca de irmãos, comendo chão até encontrar o Espírito Santo, hoje, minha terra do coração.
Beijo
Mas é tão bom te ler de novo!
ResponderExcluirE a fome é como as Geraes, são tantas...
Beijo!
A alma de Minas pulsa em teus versos. Com aprovação no olhar, queixo apoiado na mão direita, Drummond te observa, ao lado de um pensativo Rosa, que enrola um cigarro de palha. Ao fundo, Milton canta.
ResponderExcluirBeijo, mineira.
eu me lambuzo também em consternação espectral,
ResponderExcluirbeijo
Também já fiz
ResponderExcluiro caminho inverso,
comendo chão
em direção a Minas.
E depois,
cabisbaixo,
comi o chão
deixando as Gerais
para trás...
E a foice
que veio comigo
dilacerava
meu coração.